GOB-MS Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul

Oh! Quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união.

TODOS NIVELADOS

domingo, 28 de junho de 2020 às 19h13

TODOS NIVELADOS

De um momento para outro, nos vimos numa situação que, guardadas as proporções já ocorrera no passado, sob outras denominações e motivações, pandemias (uma epidemia, doença infecciosa que se dissemina na população) que, causaram prejuízos de monta à humanidade.

Tais como: peste bubônica ou negra que alcançou o continente europeu e resultou na morte de milhões de pessoas, isso em meados do século XIV (1346 – 1353). A gripe espanhola, também foi mortal, teria infectado quinhentos milhões de pessoas, na época (1918 - 1920), cerca de um quarto da população mundial.

Segundo registros, em 1665 – 1666, teve a Grande praga de Londres (peste bubônica), em 1957 - 1958 a Gripe asiática, de 1968 – 1969 a Gripe de Hong Kong, surto de SARS – 2002 – 2004, a pandemia de Gripe A – 2009 – 2010 e Surto de Ebola de 2013 – 2016. Todas essas moléstias causaram muitíssimos óbitos.

Hoje, a ciência esta adiantadíssima, mas, surgem os desafios para pôr a prova à inteligência humana.

Doenças provocadas, em parte, pelo desleixo do ser humano, por interesses escusos, falta de saneamento, tipos de culturas e etc., com a propagação incentivada; pela ganância, pelas disputas de mercados, mercantilismo, pelas desorganizações, ou seja, carências de planejamentos, deficiências nas políticas publicas e a não conscientização da massa populacional de fazer a sua parte e exigir seus direitos.

Em andamento por hora, sem previsão de acabar, a pandemia Covid 19, vem marcando presença em diferentes locais, atingindo as camadas sociais, independente das raças ou etnias.

As noticias são as mais acachapantes, o foco é a enfermidade em curso, com raras exceções, no paralelo com incidências positivas e negativas no cenário nacional e internacional.

Olhos se voltam para o céu, como que querendo ajuda, suplicas são feitas na tentativa de obtenção de solução. Estamos nivelados, no mesmo quadrante, como diria o poeta: “... não tem choro, nem vela...”.

Essa doença e as ações nivelaram as pessoas, colocando-as no mesmo patamar, principalmente no aspecto de manter-se em casa, isolado, além de várias restrições ditadas pelos governantes e autoridades do segmento da saúde, mediante recomendações e determinações com a finalidade de minimizar a enfermidade epidêmica amplamente disseminada. Aqui para nós, um tanto quanto difícil, porém não impossível. A depender da conscientização das pessoas, e pensar que estamos no mesmo “barco”.

E, interessante, as crises fomentam criações e, esta não foge a regra, pessoas estão se reinventando.

Com certeza muito do quê pomos em pratica neste período de pandemia, continuarão em evidência, por exemplo, reuniões virtuais e procedimentos via internet, com ganho de tempo, segurança e gastos diminutos.

Um dado positivo que a pandemia fez, foi à reaproximação das famílias, o “tempo estava exíguo” e, mesmo perto fisicamente, permaneciam um tanto quanto “distantes”. O auxilio aos menos favorecidos tem ocorrido, mediante doações, ora individuais, ora em face de campanhas de solidariedade. “Mas, quando tu deres esmola, não saiba a tua mão esquerda o que faz a direita” (Mateus 6).

Essa pandemia, também demonstrou o quanto somos dependentes na condição de elemento pertencente ao conjunto terra, bastou à chegada de um inimigo invisível, pronto, “a casa caiu”. Estamos tendo um aprendizado, calcado na dor.

Não esqueçamos: “riqueza mesmo é ter saúde”.

É tempo de repensar a vida!

Nelson Vieira

Fonte: GOB-MS

Notícias relacionadas