GOB-MS Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul

Oh! Quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união.

Academia de Letras de Mato Grosso do Sul

Academia de Letras de Mato Grosso do Sul - AMLMS

A História


Do querer e da vontade de uma plêiade de homens de bons costumes que, além de serem irmãos pelos ditames da doutrina maçônica, isto é, tendo como “pano de fundo” a Ordem, tinham em comum manipular palavras e a busca de conhecimentos.

Ávidos para dar vazão aos seus dons nas mais diversas modalidades de literatura, mas que agiam de forma isolada, ao longo dos anos, independente de seus afazeres, teriam posto em prática, aquela máxima “um por todos, todos por um”, com o objetivo de congregar sob a égide de uma instituição de cunho cultural, irmãos afeiçoados à arte de produções e/ou composições literárias. Nascia a Academia Maçônica de Letras de Mato Grosso do Sul, era 13 de Maio de 1999, com quarenta cadeiras para serem ocupadas pelos acadêmicos, com seus respectivos patronos (homens, maçons que contribuíram no campo da cultura).

Sem dúvida que, num exercício de ligação de ideias, houve aproximação entre as pessoas que comungavam do mesmo ideal (maçons, obreiros do Grande Oriente do Brasil no Estado de Mato Grosso do Sul, da Grande Loja Maçônica do Estado de Mato Grosso do Sul e do Grande Oriente do Estado de Mato Grosso do Sul). Sendo treze cadeiras para cada potência e uma destinada a administração para situação especial.

Preliminarmente aconteceram inúmeras ações, até culminar com a fundação da Academia Maçônica de Letras de Mato Grosso do Sul.

Na ocasião da criação da academia, os Grãos Mestres das potencias maçônicas que participaram eram Fadel Tahjer Yunes, pelo GOB-MS, Heitor Rodrigues Freire, pela Grande Loja Maçônica no Estado de Mato Grosso do Sul e Edgard Baytendorp, pelo GOMS. Este último já falecido.

Concretizada a obra erguida desde o seu alicerce por várias mãos, no seio da Maçonaria Sul-Mato-Grossense a época, leva-nos imaginar o momento vivido pelo grupo de irmãos audaciosos, que levaram a efeito a criação da Academia Maçônica de Letras de Mato Grosso do Sul.

Fundadores da AMLMS

Agostinho Ribeiro, Ary Ribeiro, Aurélio Sanches Alonso, Carlos Alberto Dias Barreira, Cezar Luiz Galhardo, Cid Antunes da Costa, Daniel Reis, Dílson Rodrigues Abreu, Edgard Buytendorp, Edroim Reverdito, Eron Brum, Fadel Tajher Iunes, Fernando Pereira da Costa, Francisco Luiz Nanci Fluminhan, Heitor Rodrigues Freire, Itamar da Silva Dutra, Izaias Gomes Ferro, João Francisco Leite Vieira, Jofre Leite Brum, Léo Figueiredo Dauzacker, Luiz Nogueira Sobrinho, Mário Elisandro Trouy, Orlamar Teixeira Gregório, Osamu Kato, Paulo César de Melo, Reinaldo Guimarães de Campos, Ronaldo Cunha, Rubens Marques dos Santos, Rubens Ramalho dos Santos, Sebastião Pereira, Temístocoles Figueiredo Serra Minervini, Waldecy Alves Batista e Willian Atallah.

O Patrono

A AMLMS tem como seu patrono maior o Grande Arquiteto do Universo, que é Deus e nas lides da arte de escrever adotou como seu patrono: Hipólito José da Costa. Fundador do primeiro jornal que circulou no Brasil: “Correio Braziliense”.

Os 17 anos

Passaram-se os anos e, aos 13 de Maio de 2016, a Academia Maçônica de Letras de Mato Grosso do Sul, completou dezessete anos de atividades, tendo a frente os acadêmicos presidentes (nominados abaixo) e no seu bojo valorosos irmãos, aos quais rendemos nossas homenagens.

Ex-Presidentes

Acadêmicos presidentes desde a sua fundação, até a presente data:

Fadel Tajher Iunes
Cid Antunes da Costa
Orlamar Teixeira Gregório
Nelson Vieira de Souza
Temistocles de Figueiredo Serra Minervini

Como soe acontece, no decorrer das primaveras, insignes confrades deixaram suas contribuições inseridas na história da Academia Maçônica de Letras de Mato Grosso do Sul, quando de suas partidas deste plano, para eles a nossa gratidão perene. Mas, a labuta continua e fazer o melhor para e pela Academia Maçônica de Letras de Mato Grosso do Sul, é o que desejamos.

A Academia, hoje tem sua sede à rua São Félix, 789, no Jardim Vilas Boas, nesta capital.

Aos confrades fundadores e membros efetivos fica o nosso reconhecimento pelo empenho de manter a “chama acesa” a iluminar o caminho dos acadêmicos e pela grandeza cultural da Academia, em prol da propagação do conhecimento, no meio maçônico, e, junto à sociedade.

Nelson Vieira de Souza (Secretário Estadual de Educação e Cultura do GOB-MS)

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